Sancionada Lei que Regulariza situação de Estrangeiros Imprimir E-mail
Notícias - Ilhéus
Escrito por Agência Brasil   
Sex, 03 de Julho de 2009 07:49

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Ontem, em evento no qual sancionou a lei que regulariza a situação de estrangeiros que ingressaram até fevereiro deste ano, Lula criticou as rígidas políticas migratórias dos países ricos.

Ele afirmou que irá apresentar o texto da lei ao G8, na próxima semana. “Quero levar uma resenha do que estamos fazendo aqui aos presidentes dos países mais importantes do mundo para mostrar a posição tomada pelo Brasil, mostrando nossa contrariedade com a política adotada pelos países ricos.”

 

Com a lei, imigrantes irregulares que entraram até fevereiro poderão ter residência provisória de dois anos, que poderá tornar-se permanente noventa dias antes de encerrar-se. "O presidente enviou também, ao Congresso Nacional, mensagem de projeto de lei que muda a legislação sobre o imigrante, de 1980."

Comentário: Realmente, o Brasil é um exemplo nesse aspecto e pode mostrar aos outros um modelo interessante, para não dizer o ideal. Porém, é preciso ter em mente que cada país tem um arcabouço histórico e cultural que, às vezes, não poderá ser mudado no curto prazo, outros nunca mudarão. Naturalmente, faz parte de nossas obrigações buscar a defesa dos brasileiros em qualquer lugar que estejam, mas esses brasileiros também tem que saber para onde estão indo e que tipo de dificuldades enfrentarão. Alguns lugares não são recomendáveis para brasileiros, tendo em vista os recorrentes atos de discriminação, especialmente, e o mais preocupante, os praticados pelos próprios agentes do Estado, em aeroportos, por exemplo. Entrar em uma casa em chamas e depois gritar por socorro não é das atitudes mais inteligentes.

Comentário sobre o filme Jean Charles: Filmes como este são tudo o que os estrangeiros xenófobos precisam para nos classificar de desordeiros, imorais, criminosos e tudo mais. Torna a vida dos nossos emigrantes mais difícil ao invés de fácil. Os diretores do filme disseram que o objetivo era retratar Jean como um sujeito comum, e digo: tiveram grande sucesso. Jean, no filme, não passa de um sujeito comum, e por "sujeito comum" não entendam nenhum tipo de elogio. Foi um grande erro não o ter transformado em um herói, mesmo que às custas de uma "maquiagem" aqui e ali.

Abaixo, uma crítica mais sóbria, de um sujeito que entende de cinema (se é que alguém entende de alguma coisa neste "mundo de Deusssssssssss pai" (citação de adaptação teatral de Dom Quixote) ).

Fontes: Agência Brasil e http://www.pedrinhasnaweb.hpg.ig.com.br

http://www.politicaexterna.com/archives/3290



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