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Escrito por Maria do Socorro Mendonça
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Seg, 27 de Abril de 2009 12:39 |
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A matéria da Gazeta Mercantil que postamos abaixo, sobre o aquecimento do transporte marítimo a partir da demanda de ferro da China, aponta a principal razão para a escolha da “Ponta da Tulha” em Ilhéus por parte da Bahia Mineração como melhor local de instalação do seu porto privativo. O ferro do Brasil mesmo com qualidade inferior ao da Austrália, apenas se torna viável com poucas viagens em navios cadas vez maiores, já que a distância do Brasil para a China é três vezes maior que da Austrália. Justifica-se assim, a necessidade de um Complexo Intermodal que nasce a partir dessa única demanda, que tem a duração máxima de 18 anos, caso sejam exportados 15 milhões de toneladas ano ou 11 anos caso o volume a ser exportado, seja o informado no início das apresentações tanto da Bahia Mineração quanto do Governo do Estado da Bahia, que eram de 25 milhões de toneladas ano e a reserva da Bahia Mineração em Caetité é de 427 milhões de toneladas. |
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Escrito por ASCOM - INSTITUTO FLORESTA VIVA
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Ter, 07 de Abril de 2009 07:54 |
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FORUM SUL DA BAHIA SUSTENTÁVEL
O que está acontecendo aqui? Vamos contar a história presente na região de Serra Grande. Local: Praça Pedro Gomes, Serra Grande – Uruçuca – Bahia. Data: 18, 19 e 20 Abril de 2009 Realização: Instituto Floresta Viva Informações: www.florestaviva.org.br Fone: (73) 3634-3526 / 3239-6115 Av. Litorânea Norte, 208 Malhado, Ilhéus – BA |
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Escrito por Maurício Maron - Jornal Bahia Online
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Ter, 07 de Abril de 2009 06:53 |
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"O projeto é obscuro", diz Rui Crédito: JBO 
Rui Barbosa da Rocha, 42 anos, é um dos maiores críticos ao Porto Sul no litoral ilheense. Na sua visão, o projeto despreza áreas protegidas criadas pelo mesmo Estado da Bahia, investimentos públicos e privados em turismo estimulados durante mais de uma década e opta por um porto privado em detrimento do porto público existente em Ilhéus. E acha um absurdo que o governo oriente a máquina pública a serviço do que considera “um lobby, contra os interesses legítimos da população que vive no sul da Bahia.” Casado e pai de duas filhas, Rui Rocha é formado em agronomia pela Universidade Federal da Bahia (UFBa) e possui mestrado em Desenvolvimento e Agricultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ). É professor do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) desde 2004, especializou-se na defesa do meio ambiente e gestão de projetos no terceiro setor, tendo sido diretor do Instituto de Estudos Sócioambientais do Sul da Bahia (Iesb), entre 1999 e 2003. Atualmente colabora com o Instituto Floresta Viva, uma idéia que surgiu como um programa de combate a uma crise social gerada pelas políticas de conservação da Mata Atlântica especialmente junto a pequenos produtores rurais na região vizinha ao Parque Estadual da Serra do Conduru, localizado entre Ilhéus e Itacaré. |
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Escrito por Postado por Maria do Socorro Mendonça
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Seg, 16 de Março de 2009 20:03 |
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Manifesto sobre os Impactos das Indústrias Mineradoras em Caetité e Região Nós, Movimentos Sociais, Igrejas, ONGs, Pastorais, Sindicatos e Associações, representantes dos municipios de Itabuna, Vitoria da Conquista, Born Jesus da Serra; Brumado, Rio do Antonio, Lagoa Real, Licinio de Almeida, Riacho de Santana, Botuporã, Caetité, Guanambi, Pindaí e Iuiu, reunidos nos dias 15 e 16 de dezembro de 2008, no Centro Educacional Promocional (CEP), na cidade de Caetité (BA), no Seminário sobre os Impactos das Mineradoras, com base nas informações e discussões realizadas, queremos alertar a população sobre o processo intenso de degradação do meio ambiente e os impactos sociais provocados pela exploração mineral na nossa região: urânio em Caetité e Lagoa Real; magnesita em Brumado; ametista em Brejinho das Ametistas (Caetité) e Licínio de Almeida; mármore em Botuporã, Guanambi, Itarantim e Camacan. Persistem ainda, as sequelas deixadas pela exploração do amianto em Born Jesus da Serra e do chumbo em Boquira e Santo Amaro.
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Escrito por Editor do Diário de Ilhéus
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Seg, 16 de Março de 2009 13:32 |
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OBSCURIDADES E TEMERANÇA – EDITORIAL DO DIÁRIO DE ILHÉUS EM 13.03.2009 Para qualquer coisa que almejemos realizar é necessária clareza. Principalmente se a questão envolve interesse comum da sociedade. Aliás, como admitir que algo englobando recursos públicos e que esteja suscitando o desconfiar da população não seja devidamente esclarecido? Normalmente se oculta algo quando o andamento de tal não se mostrará muito benéfico para o agrupamento social em questão. |
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